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Tic Tac

Outubro 22, 2008

Quase ninguém (ou ninguém) sabe que eu comecei a fazer biologia porque minha vó falou. O curso era lindo, tirando a parte de licenciatura, mas com o passar do tempo, eu fui percebendo que por mais lindo – e caro, que fosse, eu dificilmente conseguiria um bom trabalho com o meu diploma, ou melhor, dificilmente conseguiria trabalhar com o que eu realmente gostava sem ter que dar aulas para me sustentar, o que eu não gostava. Tranquei na metade do curso, por ‘n’ razões e, bye, garota eu vou pra Califórnia. Fui, voltei e vi que bio realmente não era minha praia. Quer dizer, até é, mas eu quero uma ‘praia’ com mais dinheiro, entende?

Daí lá fui eu como todo bom cidadão pobre, ou não, fazer ENEM e tentar uma vaguinha sob a asa do governo, no nosso belíssimo PROUNI.  A nota foi até que satisfatória, falta saber a nota da redação. Se não der certo, se no fim das contas eu fui mal e deu tudo errado, eu pego minhas malinhas e, garota eu volto pra Califórnia. Tá, não tão fácil assim, mas eu já tenho idéia do que fazer. O problema está em ’se tudo der certo’. Eu não tenho a mínima idéia de que curso fazer.

Vamos lá, o plano é ganhar dinheiro, mas seria bom juntar o útil ao agradável, fazer alguma coisa que eu goste e que compense.

Na tal da ‘Califórnia’, eu fiquei na casa de um gerente de multinacional. Super batuta. Tenho contato com gente que trabalha com informática, mais batuta ainda. Mas será que eu gosto? Meu namorado só consegue falar pra eu fazer jornalismo, mas a gente sabe que a área tá super saturada, então, fora de cogitação.

O tempo tá passando, a idade ta chegando e eu continuo sem muitas idéias. Aceito sugestões. De gente rica, vale ressaltar.

4 comentários

  1. Eu vou pra Vegas =)


  2. ô cássia, volta pra califórnia!


  3. papo de 3°ano colegial…

    dà aula de alemão. faz letras. é tanto dinheiro que você nem vê!

    tsic.
    eu te ajudaria se não tivesse tanto dinheiro pra amarra nesse momento…


  4. [...] um tempão, li no blog de Cassia ela contanto sobre as duvidas de não saber que profissão seguir. Isso me fez pensar que vivemos [...]



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