Arquivo da categoria ‘Uncategorized’

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A primeira vez a gente nunca esquece.

Novembro 27, 2008

Na primeira temporada do meu namoro eu era uma chata insuportável quando o assunto era futebol e meu namorado, um corinthiano, maloqueiro, sofredor. Quando chegou a terceira temporada, meu namorado continuava o mesmo, como eu sabia que se um dos dois não mudasses a briga ia continuar, mudei eu. Assisti à TODOS os jogos do corinthians quando estava com ele e em 99,9% deles, sem reclamar. As brigas acabaram, minha paciência aumentou, eu não passei a gostar de futebol, mas comecei a matar o tempo, por exemplo achando semelhança entre Mano Menezes e Bruce Wills.

Ele é tão chato corinthiano, que quando o time perdeu a Copa do Brasil, eu tentei ligar pra ele, pra consolar e ele não quis falar comigo.

Assim foi durante o ano todo, televisão sagrada de sábado a tarde. Até que ele sugere nossa ida ao Pacaembú, Curintiá x Não sei quem. Vâmo.

Olhei a previsão do tempo antes e a chance de chuva para o dia do jogo era de 92%, Saímos de casa, o tempo fechado, um ar gelado, nem óculos de sol eu levei. Chegando lá, um calor, um sol, aquela coisa mesmo de urubu com azar.

Nosso lado na arquibancada era justo aquele que se o sol não estava em cima, estava na frente. Dois reais cada copo de 300 mls de água. Sem protetor solar. Vai timão.

Daí eu inventei de tomar um sorvete de coco, que os vendedores traziam em caixa de izopor com gelo seco dentro. Me preparei para a primeira mordida, que não chegou a acontecer. Meus lábios ficaram grudados no sorvete, tipo Débi e Lóid, na cena em que um deles, lambe o cano do teleférico. Na hora de tirar, saiu a pele junto e ficaram 4 pontinhos de sangue no sorvete. Eu só fui tomar sorvete de palito, um mês depois.

E assim foi… das 14:30, a hora que sentamos, até às 18:15, a hora que levantamos. Passei uma semana com vergonha de me olhar no espelho. Eu sou branca, passo protetor solar pra ir trabalhar e peguei uma cor de camarão no estádio. Acredite, passou longe de ficar bonito.

O Curintia ganhou, o namorado saiu feliz da vida, ganhei o prêmio namorada de ouro, mas estou dando graças a Deus que o Brasileirão série B já acabou. Agora só ano que vem, na série A.

É por causa dele que eu assisto, mas eu também torço. É aquela velha história: O que você não pede chorando sorrindo, que eu não faço sorrindo chorando?

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Coisa de quem não tem o que fazer, 2

Novembro 27, 2008

Aproveitando a visita ao Blog da Borba, achei esse teste e eu adooooro testes!

P.S.: É chato de ler.

Onde está seu celular? Do lado do mouse.
E o amado? Disse que ia para o inglês.
Cor do cabelo? Na Alemanha era preto, no Brasil, voltou pro castanho.
Sua mãe? Trabalhando.
Seu pai? Deve estar no purgatório.
Minhas irmãs? Uma só. Em Santos.
Seu filho? Ainda não.
O que mais gosta de fazer? Sexo.
O que você sonhou na noite passada? Não tenho idéia.
Onde você está? Na frente do computador, acabei de tirar a gata do colo.
Onde você gostaria de estar agora? Acho que é mais, com quem eu queria estar agora.
Onde você gostaria de estar daqui a seis anos? Na MINHA casa;
Onde você estava há seis anos? Me preparando para um vestibular.
Onde você estava na noite passada? Fazendo a unha do pé no sofá da sala.
O que você não é? Paciente
O que você é? TPMática
Objeto do desejo? um chinelo com duas tiras e formato anatômico.
O que vai comprar hoje? CHEGA de gastar dinheiro.
Qual sua última compra? Um cartão de natal pra mandar para as ‘minhas’ crianças alemãs.
A última coisa que você fez? Escrevi um post pro meu blog.
O que você está usando? Puts… calça social, bata e havaiana.
Na TV? No momento? Jornal Nacional. Boa noite Willian
Seu cachorro? Quente.
Seu computador? Um trambolho, da até vergonha de dizer que é ‘meu’.
Seu humor? Bom, 21 dias no mês .
Com saudades de Alguém? Saudades de um monte de gente. Mas exatamente agora, ta bom estar sozinha.
Seu carro? Nem carta eu tenho.
Perfume que está usando? Humour
Última coisa que comeu? Sabe aquelas bolinhas brancas com amendoim dentro?
Fome de quê? Milkshake de chocolate com chantily.
Preguiça de? Trabalhar amanhã.
Próxima coisa que pretende comprar? Uma sapatilha, a minha de 5 euros kaputtou.
Seu verão? Trabalhando =(
Ama alguém? Amo.
Quando foi a última vez que deu uma gargalhada? Gente, que vida triste a minha. Tava de TPM.
Quando chorou pela última vez? Dia 19 de outubro.

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Tic Tac

Outubro 22, 2008

Quase ninguém (ou ninguém) sabe que eu comecei a fazer biologia porque minha vó falou. O curso era lindo, tirando a parte de licenciatura, mas com o passar do tempo, eu fui percebendo que por mais lindo – e caro, que fosse, eu dificilmente conseguiria um bom trabalho com o meu diploma, ou melhor, dificilmente conseguiria trabalhar com o que eu realmente gostava sem ter que dar aulas para me sustentar, o que eu não gostava. Tranquei na metade do curso, por ‘n’ razões e, bye, garota eu vou pra Califórnia. Fui, voltei e vi que bio realmente não era minha praia. Quer dizer, até é, mas eu quero uma ‘praia’ com mais dinheiro, entende?

Daí lá fui eu como todo bom cidadão pobre, ou não, fazer ENEM e tentar uma vaguinha sob a asa do governo, no nosso belíssimo PROUNI.  A nota foi até que satisfatória, falta saber a nota da redação. Se não der certo, se no fim das contas eu fui mal e deu tudo errado, eu pego minhas malinhas e, garota eu volto pra Califórnia. Tá, não tão fácil assim, mas eu já tenho idéia do que fazer. O problema está em ’se tudo der certo’. Eu não tenho a mínima idéia de que curso fazer.

Vamos lá, o plano é ganhar dinheiro, mas seria bom juntar o útil ao agradável, fazer alguma coisa que eu goste e que compense.

Na tal da ‘Califórnia’, eu fiquei na casa de um gerente de multinacional. Super batuta. Tenho contato com gente que trabalha com informática, mais batuta ainda. Mas será que eu gosto? Meu namorado só consegue falar pra eu fazer jornalismo, mas a gente sabe que a área tá super saturada, então, fora de cogitação.

O tempo tá passando, a idade ta chegando e eu continuo sem muitas idéias. Aceito sugestões. De gente rica, vale ressaltar.

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E como dizia o tio Boris…

Outubro 9, 2008

Há dois meses atrás eu marquei médico, para passar hoje no posto de saúde da minha cidade. Só pra confirmar, a opção da espera de dois meses, não foi minha, mas para quando tinha vaga.

Hoje, o médico pediu para eu fazer dois exames. Um deles, ele mesmo já adiantou que o aparelho estava quebrado, mas se eu quisesse, eu podia fazer no consultório dele, particular. Depois liguei para saber o preço. 100 reais, só.

O outro exame, eu consegui marcar para o dia 6 de novembro, ou seja, daqui à um mês. O resultado fica pronto em 45 dias, ou seja no meio de dezembro, mas só se marca consulta com esse médico no começo de cada mês, para o mês seguinte. Cloncuindo: eu vou passar pelo médico de novo, no mínimo em fevereiro, 4 meses depois da primeira consulta. Claro que se eu fizer os exames no consultório particular, eu consigo adiantar isso em pelo menos dois meses.

É tio… isso é uma vergonha.

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De grão em grão…

Setembro 29, 2008

Bom, digamos que a diarréia do urubu terminou… ele tem apenas um leve desconforto intestinal agora.

Mais um emprego temporário e esse eu pensei pra pegar. Me ofereceram a vaga de faxineira no banco que eu já fiquei no lugar do recepcionista e do telefonista. Mais uma vez para cobrir férias.

Sabe, incomoda ouvir o termo faxina, quando o emprego é pra você. Com muita sinceridade, ta longe de ser o que eu sonho pra mim. Porra, eu tenho 23 anos, arranho bem no inglês e melhor ainda no alemão e a vaga que me oferecem é a de faxineira. E a vaga é TEMPORÁRIA.

Dai depois do meu nojo, do tipo de pessoa que come presunto e arrota peru, bateu a consciência realista. OK, eu tenho 23 anos, arranho no inglês e melhor ainda no alemão e estou desempregada, com a conta quase zerada. Grandes merdas minha idade e meus idiomas adjacentes.

A partir de amanhã sou faxineira, ainda não com tanto orgulho mas no final do mês com a conta mais longe do zero. Vai ser com certeza uma lição de humildade pra mim e pelo visto, lição que eu tava precisando.

Diz o ditado que se começa de baixo… Pois é, gerentes também tiram férias. Hua.

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Quando urubu tá com azar…

Setembro 24, 2008

… o de baixo caga pra cima, já dizia uma amiga da faculdade.

Da minha capacidade de não conseguir empregos (ou da falta de, para conseguir um):

Essa semana fez oito meses que eu estou no Brasil (1- sim, eu sou deprimente e conto aniversário de meses de quanto tempo faz que eu voltei; 2- sim, eu sou deprimente e acho que o tempo está passando muito rápido esse ano. Aliás, já tem alguns anos que eu acho que o tempo passa rápido), e desde que voltei, enviei cerca de 100 curriculuns e tive 3 empregos, quase 4. Todos temporários.

Dois deles foram em uma floricultura. A primeira vez na época do dia das mães, a segunda, na época do dia dos namorados. Outro foi em um banco. Entrei cobrindo doença, fui cobrir férias e estendi mais quatro dias porque o pai de uma funcionária morreu e ela saiu de licença. Nessa brincadeira de banco, fiquei quase dois meses.

Agora o 4°, o que foi quase um emprego, é uma história a parte.

Em uma das minhas enviadas de curriculum, fui selecionada para uma loja feminina de roupa de festa. O salário até que não seria ruim. A loja era nova, nem tinha sido inaugurada ainda. Então, eu e as outras duas meninas selecionadas, fomos no primeiro dia para conhecer e limpar a loja. No fim do dia a dona disse que como tínhamos adiantado bem as coisas, precisávamos voltar só 3 dias depois, no dia que a loja de fato abriría. Estava animada e cansada, já que naquele dia tinha feito uma faxina pesada. No dia seguinte, a secretária, a mesma que tinha me entrevistado e selecionado, me ligou e me demitiu :O. O motivo? O santo da dona da loja não tinha batido com o meu. Depois de ficar muito puta, bateu o lado ‘Poliana’ e eu cheguei a conclusão de que nem seria bom trabalhar com alguém assim, tão… tão idiota sem profissionalismo.

Fora isso, eu já perdi empregos por trocar a entrevista em inglês, por alemão, já respondi perguntas muito idiotas com respostas mais idiotas ainda e assim a fora.

No ultimo dia do ultimo emprego, o do banco, me ligaram oferecendo uma vaga, para o mesmo banco, mas em outra agência, começando no dia seguinte. Nossa… achei que a sorte ainda estava do meu lado. No fim do expediente liguei para um funcionário dessa outra agência, que mora na mesma cidade que eu, pra já esquematizar uma carona. Foi quando ele disse que a vaga já tinha sido preenchida. Ou seja: se eu não ligo, a empresa terceirizada que tinha me garantido a vaga não teria me ligado e eu tinha perdido meu tempo, mais uma vez.

Faz duas semanas que eu tô de férias-permanentes-por-falta-de-opção, denovo, mas como acredito em Deus, nos ditados populares e em Gilberto Gil, acho que depois da chuva vem o arco-íris e ‘andar com fé eu vou, que a fé não costuma falhar’.

É, eu sou clichê, mas na hora do desespero, quem não é?

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SaudadeX – e não se trata de miguxês.

Setembro 22, 2008

Foi impossível viajar para o Rio e não comparar com São Paulo. Começou no ônibus, e cariocas que me perdoem… A cidade à primeira vista era bem feinha e fedia, como fedia. Daí na rodoviária, enquanto esperávamos nossa guia da Paraíba (?) fomos tomar café da manhã na mesma rede onde comemos antes de sair de Campinas. Lá é mais caro, acho que bem mais caro, aliás. Nossa guia chega, minha melhor amiga, que reconhece primeiro meu namorado, do que a mim. O detalhe é que ela só tinha o visto uma vez na vida. Foi aí que eu comecei a me preocupar. Tá, brincadeira, ela também gosta de nerds, mas eu prefiro os que tem protuberância abdominal, ela, os magrelos.

Pegamos ônibus, o cobrador chama ‘trocador’, a catraca fica do lado contrário (aqui em SP, nas cidades por onde eu já andei de ônibus, a catraca fica do lado esquerdo e lá, no lado direito), mas se dá sinal da mesma forma e se entra pela porta da frente e desce na de trás, como aqui.

No caminho para a casa de quem ia nos hospedar, passei no banco, porque o dinheiro que ia pagar a minha viagem ainda não tinha caído. Xinguei a máquina e contei o que tinha acontecido para namorado e amiga paraibana. O namorado entendeu, a amiga paraibana não entendeu o ‘caído’ e disse que para ela era ‘entrado’. Depois o pai da carioca, outro carioca, disse que meu dinheiro ainda não tinha batido na minha conta.

O calor era infernal e eu sou caipira, do mato, era o único dia que a previsão garantia sol: praia.

A areia da praia é tão fofa, mas tão fofa que só da graça caminhar nela nos primeiros 5 minutos, cansa muito, depois disso tem que pular pro calçadão, o que me faz entender porque esse bendito é tão famoso! E a água do mar? Ah, a água do mar… Eu particularmente achei mais salgada, juro. E é azul de verdade, perdeu até a graça ir para o litoral de São Paulo que a cor da água beira entre cinza e marron. Também é mais fria, o dia todo. Esquenta nem com reza brava. Uma coisa que eu não vi, foi farofa. Sabe a nossa mania paulista de levar caixa de isopor com cerveja, lanche e todo o resto? Pois então, vi não. Os vendedores tem de monte. Mas vai destaque para biscoito de polvilho e mate gelado, saindo de caixas térmicas com torneirinha. Falando em ambulantes, meu Deus, como enchem o saco! E tem de tudo. Tinha quem vendia cangas, camisetas, bonés, copos, comida (claro), os que chegavam com um grupinho de pagode, tocavam um pouquinho depois viravam o pandeiro para pegar o dinheiro. Da próxima vez eu vou com a camiseta do corinthians, para perceberem que eu sou paulista e pobre.

Mas o melhor ocorreu sábado a noite. Mesmo com preguiça, fomos ver como era a ‘night’ carioca (lá não se fala balada, em hipótese nenhuma). Uma e meia da manhã em um ponto de ônibus, mas mesmo assim, a rua não fica deserta e até que tem um movimento bem considerável, 90% eram táxis, aliás, quanto táxi, aqueles amarelinhos com uma faixa azul! O trânsito do Rio é caótico durante todo o dia, e depois de esperar por meia hora, achei que ia ser sossegado para chegar até a Lapa de ônibus, já que àquela hora o movimento era menor. Ledo engano. De fato, o trânsito era inexistente, mas o motorista era insano. Eu não sabia que os R$ 2,10 da passagem incluia o pacote com emoção. Mas eles estão acostumados com isso.

Dai, na Lapa:

Um dia, dois amigos disseram, que uma terceira amiga tinha cara de ‘menina da Lapa’, pelo seu estilo. TODO MUNDO tem estilo Lapa. Vai desde neguinho de cabelo loiro, sem camisa e havaiana arrebentada à playboy com cara de limpinho e futuro ator de malhação; de putas à menininhas bonitinhas, que provavelmente são amigas dos futuros atores de malhação. O lugar era o que se chama de eclético, tinha funk, samba, música eletrônica, pop. Claro que cada ritmo em uma casa diferente.

Indo embora paramos para comer um cachorro quente e começamos a comentar o que tinha no cachorro quente de lá e no de cá. Bom, eu tô acostumada a: pão; salsicha; purê de batatas; maionese; katchup, mostarda, vinagrete, milho, ervilha e batata palha. Esse é o meu completo, simples. Dai no do Rio tem: pão; salsicha; maionese; bata palha; ovo de codorna. OVO DE CODORNA. Pronto, foi debate até chegar em casa.

Tudo lá é prédio. Eu não vi casa não. A carioca disse que em outros bairros até tem. Da até vontade de bater no Manoel Carlos. Fiquei em Copacabana, passei por Ipanema, fui no Cristo, o mal tempo e os 44 reais cobrados me desanimaram de subir no Pão de Açúcar. O medo de ser roubada também me impediu de tirar muitas fotos. Não vi assalto, mas sabe como é a mania de acreditar na televisão. Ouvi muito idioma estrangeiro e percebi que o Rio de Janeiro realmente não é feito pra brasileiro. Pelo menos não os pontos turísticos: numa sorveteriaZINHA que fica onde se pega o bondinho para subir no Pão de Açúcar a bola do sorvete custava 3,60, reais, pelo menos. Tirei foto com o Carlos Drummond sentado num banquinho. Encontrei ator globar brincando com a filhinha na praia (acho que o nome dele é Otávio Müller. Sabe aquele que tem um quadro no fantástico com a Heloísa Perissê? Então, ele). Mas ainda assim, o Rio de Janeiro continua lindo, e o propósito inicial, que era reencontrar as amigas brasileiras conhecidas na Alemanha, foi alcançado, pelo menos duas delas.

O sotaque é um comentário denecessário. Todo ’s’ tem som de ‘x’ e todo ‘r’ tem som ‘rr’. Dai a gente sai do interior de São Paulo falando poRta para um lugar que se fala paulixtax. Pelo menos, eu deixei a carioca falando colheR, mas sai falando saudadex.

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Piadinha machista

Setembro 8, 2008

Sabe por que é melhor namorar um chocolate?

Porque ele não discute a relação e depois do sexo, não precisa ficar abraçando a embalagem.

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Mudando conceitos.

Agosto 23, 2008

Antes, eu achava que assistir fanáticamente jogos de futebol da série B e jogar video game no fim-de-semana ao lado da (o) namorada (o), fosse coisa de nerd, até isso:

- O Fulana, o que você fez no fim-de-semana?

- Fui pra casa do meu namorado.

- Uhu, então você transou bastante?

-’Té que não. Joguei Guitar Hero.

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Agosto 10, 2008

Sabe, eu dou muito valor às coisas simples da vida, e não tô falando sobre o pôr do sol, uma flor abrindo ou o sorriso de uma criança, essas coisas eu nem percebo. Tô falando sobre os pequenos prazeres da MINHA vida. Tipo assim, fazer xixi de porta aberta, andar sem fechar o zíper… E ontem eu percebi mais um prazer: peidar e sentir o cheiro. Tá, parece nojento, eu sei, mas veja bem, não tem coisa pior que peidar e não saber se os outros vão perceber ou não, porque você não sabe se o cheiro saiu, dai fica aquela apreensão, esperando alguém torcer o nariz, ou fazer algum comentário. Mas se você peidou e o cheiro saiu, não tem com o que você se preocupar. Ninguém vai comentar, porque hoje em dia, falar sobre ‘pum’ é tabu. Pode ficar sossegado. Esperar um comentário só serve para te deixar preocupado se você ainda ta esperando o cheiro. Na verdade, nesse caso, a apreensão é sempre toda sua. Peide, sinta e seja feliz.