Vai pra puta que o pariu, ano velho.

30 de dezembro de 2008. O dia começou com a minha garganta doendo, meu olho vermelho e meu lençol fedendo a mijo de gato.
Tô descendo pro trabalho e piso num cocô de cachorro na calçada. Faxino consultório e dois banheiros, porque hoje, aqui ninguém trabalha.
Descubro que enquanto todo mundo estiver churrascando na sexta, SÓ eu vou trabalhar. Nem uma alma viva vai estar na internet pra falar comigo. Espero que as mortas não saibam usar internet.
Vou trocar meu presente de natal na hering, porque minha mãe comprou um número a menos do que eu uso. Não tem o modelo que eu queria, escolhi outro. Experimento. Teve que ser um número a mais do que eu uso.
Vou pra fiiiiiiila no banco. Uma idosa fura a fiiiiiiiila e lá permanece. E permanece. Quase que o guichê a expulsa. Chega a minha vez. Pago uma conta, a outra, sinto muito, foi pra protesto, vá pagar no cartório. E eu vou. Mas o comunicado havia acabado de chegar, volte na segunda. Nem o cartório vai abrir na sexta!!!!
Acho que primeiro acaba o ano, depois acaba o dia.

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